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Trans em projeto na Nasa diz "No Brasil não me respeitam; nos EUA faço satélites"

(Foto: Divulgação)

A carioca Vivian Miranda é a única brasileira em um projeto com a Nasa que desenvolve um foguete avaliado em US$ 3,5 bilhões (R$ 13 bilhões). É também a primeira transexual a fazer pós-doutorado em astrofísica na Universidade do Arizona, onde estuda atualmente.

Viviam começou a a usar roupas e acessórios femininos pouco a pouco até mudar de nome em 2016, na época ela fazia pós-doutorado em na Universidade da Pensilvânia onde foi conversar com o chefe de departamento de física sobre o assunto e faleu que queria mudar seu nome e usar o banheiro feminino. Ele disse que não tinha problema algum e que iria providenciar a sinalização adequada e discretamente conversar com meus colegas de trabalho.

Ela ainda conta em entrevista ao site Universa que quando morava no Brasil sofria muito por que tentava começar sua transição e as pessoas sempre a olhavam com maus olhos e que por isso teve depressão e compulsão alimentar. Decidindo assim estudar fora do país onde teve muitas portas abestas para o que ela realmente queria ser. No fim da entrevista viviam diz " No Brasil não me respeitam, nos estados EUA faço foguetes.


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